SEJA CIDADÃO DA UNIÃO EUROPEIA

Se você está pensando comprar um imóvel em Portugal, saiba se vale a pena. Muitos brasileiros buscam negócios para investir no exterior, e a compra de imóveis tem se tornado cada vez mais interessante, por que além da valorização, ainda trás a possibilidade de conseguir um visto para a família morar na Europa.

Comprar imóvel em Portugal ganha cidadania, mas para isso, o estrangeiro precisa investir pelo menos €500 mil euros em Portugal na compra de imóveis. O valor pode ser de um ou diversos imóveis.

Também existe a opção de comprar uma moradia em Portugal que tenha mais de 30 anos de construção para reabilitação. Portugal possui diversos lugares que estão inseridos em projetos de Reabilitação Urbana, principalmente em grandes cidades como Lisboa, Porto e Braga.

O objetivo é recuperar casas e prédios abandonados (ou tomados pelo banco) em pontos estratégicos das cidades para melhorar o aspecto urbano. O valor de investimento neste caso é € 350 mil euros.

São inúmeros os benefícios em investir em Portugal e comprar um ou mais imóveis no país português:

  • Os investidores podem residir em Portugal sem a necessidade de visto;
  • Podem circular pelo Espaço Schengen sem visto (ao todo são 26 países europeus na lista);
  • Podem trazer a família para morar em Portugal;
  • Podem requerer a residência permanente no país (após 5 anos);
  • Podem requerer a cidadania (nacionalidade) portuguesa (após 6 anos).

Um apartamento, por exemplo, de três quartos no Rio de Janeiro/RJ com 130 metros quadrados custa mais de 1 milhão de reais. No Porto, que é a segunda cidade de Portugal em população, um apartamento nos mesmos moldes sai por 140 mil euros.

Convertendo a moeda europeia a R$ 3,70, o apartamento na Europa fica por menos da metade do preço do mesmo apartamento no Brasil, mesmo com o euro super valorizado (€ 140.000,00 x 3,70 = R$ 518.000,00). Claro que essas comparações nos deixam perplexos. Já imaginou que seria mais barato morar em Portugal do que no Brasil?

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PARA VALORIZAR NOSSO DINHEIRO NA CHURRASCARIA

Os valores cobrados nas churrascarias  são altos. Por isso, devemos ter alguns cuidados para não pagar por alimentos que podemos comprar bem mais barato.

Para comer arroz, feijão, macarrão, pão, banana, abacaxi, etc.. podemos ir ao mercado e comprar para a semana inteira, gastando menos de 20% do que pagariamos na churrascaria pelos mesmos produtos.

Portanto, no buffet, devemos pegar legumes e saladas que normalmente não usamos diariamente. Que no mercado custam mais, normalmente. Também devemos pegar alguns frios: presunto, queijo, salame, etc… para comer enquanto aguardamos as carnes de nosso gosto e de melhor qualidade.

Para beber, melhor pedirmos vinho, cerveja, refrigerante ou água com ou sem gás. Suco não é indicado. Pois, pelo preço de um copo ou jarra de suco de laranja, por exemplo, dá para comprar vários quilos da fruta no mercado.

Quando o garçom passar com o espeto de carne (espeto corrido) não é necessário pegar qualquer carne que nos for oferecida. Costela, maminha, cupim, alcatra, linguiça, frango, etc… são carnes de segunda qualidade ou populares. As melhores são as carnes de primeira qualidade ou carnes nobres: filé mignon, entre côte, picanha, contra filé, etc… O nosso gosto também tem muita influência.

Para escolhermos um bom corte, damos preferência ao primeiro corte. Quando a carne saída da churrasqueira será cortada pela primeira vez. Ela tem a aparência da bochecha de uma criança gordinha. Nesta situação, terá toda suculência e sabor. É melhor pedir para o garçom cortar um pedaço pequeno e comermos, antes de pegar outro. Assim, não ficamos com o prato cheio que acabará esfriando. Quando a carne estiver com a  superfície reta, parecendo a palma da mão, já foi servida, temperada e assada novamente.

Se o lado do espeto que o garçom está nos oferecendo não for do nosso agrado, pedimos para ele girar o espeto. Provavelmente, do outro lado teremos um primeiro corte ou um corte melhor. Se não tiver, dispensamos. Enquanto aguardamos um bom corte, vamos comendo devagar os frios que pegamos no buffet.

Arroz Carreteiro, melhor fazer em casa, com charque ou carne de sol. Na maioria das churrascarias, ele é feito com sobras de churrasco. Picanha com alho, também. Após a picanha sofrer o primeiro, segundo e terceiro corte, estará seca e sem gosto. Então, o assador cobre a carne com alho, aquece e o garçom anuncia aos incautos. Quando não podemos ficar sem comer, mesmo sabendo dos detalhes sórdidos, comamos uma pequena porção. Mais uma vez, respeitando nosso paladar.

Lembremo-nos da sobremesa. Podemos pedir uma composição diferente das sugeridas no cardápio. Algumas churrascaria tem receitas diferentes.  Podemos também escolher coberturas diferentes para as tortas e pudins.

“BON APPETIT!”

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GARANTIA DE IMÓVEL NOVO E USADO PELA CONSTRUTORA

Ela começa a valer a partir do momento em que o proprietário recebe a casa ou o apartamento pronto, e em geral varia de 90 dias a cinco anos a partir da data do Habite-se (documento que atesta que o imóvel foi construído dentro das exigências da legislação local) e conforme o tipo de problema identificado na construção. Em imóveis novos, defeitos estruturais, que comprometam a segurança dos moradores, têm garantia de até cinco anos, segundo o Código Civil. Há dois principais respaldados na legislação para esses casos: o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor.

Defeitos não aparentes

Para falhas que comprometem seriamente a segurança e a solidez de imóveis novos, o artigo 618 do Código Civil estabelece garantia de cinco anos. O que vai definir se algum problema interfere ou não nas condições de habitação é se a gravidade do problema afeta o uso do imóvel. Um vazamento, por exemplo, pode ser pequeno ou grande o suficiente para ameaçar a segurança dos moradores. A garantia deve abranger toda a solidez e segurança do edifício, ou seja, toda a parte estrutural e, ainda, a parte de engenharia hidráulica e engenharia elétrica.

O mesmo artigo do Código Civil prevê garantia para imóveis usados que tenham defeitos não identificáveis (chamados na linguagem técnica de vícios redibitórios). Nesse caso, o período de reclamação é de um ano após o surgimento do problema. Só que o proprietário terá de acionar a construtora, não o vendedor do imóvel, que não tem responsabilidade sobre as falhas. Caso se trate de uma imperfeição grave manifestada tardiamente, por exemplo, muitas vezes é necessária uma vistoria e uma auditoria no projeto original, que vão determinar se o dano é estrutural ou foi provocado por mau uso. Só no primeiro caso é que a construtora arca com o conserto.

Defeitos aparentes

O Código de Defesa do Consumidor determina que falhas aparentes ou de fácil constatação, como uma fissura na parede, por exemplo, que não compromete as condições de habitação, devem ser apontadas em 90 dias a partir da compra, mas isso caso o imóvel seja novo – adquirido diretamente da construtora.

Se o imóvel é usado, negociado com um proprietário que não seja a construtora, não se configura mais relação de consumo. O problema aparente, então, precisa ser identificado no ato da entrega das chaves.

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